terça-feira, 8 de abril de 2014

Fieis participam do mutirão de confissões na Catedral de Santana em Serrinha

Fieis de diversas comunidades e Paróquias vizinhas participarem na noite de segunda-feira, dia 07 de abril, do mutirão de confissões na Catedral de Senhora Santana, localizada na Praça Miguel Carneiro em Serrinha.


Durante o evento, a Igreja esteve lotada de fieis que se preparam para as celebrações da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo. Participaram das confissões o Bispo da Diocese de Serrinha, Dom Ottorino Assolari, o Padre Jhonny Ferreira, Pe. Luiz Ademir Ferreira, Pe. Ruthberg, Pe. Evandro, Pe. Laudimar Oliveira, Pe. Angelo, Pe. Enrico, Pe. Daniel, Pe. Girólomo Zonca, além da presença dos animadores das comunidades urbanas de Serrinha que auxiliaram na ordem de chamadas e orientaram os fieis nos momentos de oração.

"É através da confissão que a gente prepara o espírito para a vida eterna e por meio do sacerdote nos humilhamos diante de Cristo porque ele tem as mãos ungidas por Deus e recebemos o sacramento do perdão e nos preparamos dignamente para a Semana Santa e a Páscoa", enfatizou a Sra. Maria da Conceição, na entrevista concedida a equipe da PASCOM.

"Reconciliai-vos no Senhor" diante dessa afirmativa Deus nos convoca  a vivermos uma vida com Ele de unidade e paz, vida esta que deve ser transmitida àqueles que convivem conosco, a paz e a satisfação do perdão que vem do nosso Deus e devemos entender essa vida nova que o Cristo nos concede com a sua ressurreição, portanto, também exclamemos ressuscitai-vos, ressuscitemos!" afirmou o Administrador da quase Paróquia de Lamarão e Ecônomo da Diocese de Serrinha, o Padre Jhonny Ferreira, na entrevista concedida a equipe da PASCOM. 

Psicólogo diz por que sacerdotes são felizes

Roma - Existem cerca de 413 mil sacerdotes católicos no mundo. Como é a vida deles? Eles são felizes? São perguntas feitas não exclusivamente por curiosidade, mas muitos as fazem por necessidade de saber realmente, muitas vezes até pra orientar-se pessoalmente na escolha de sua vocação, de seu futuro. O sacerdote Stephen Rossetti escreveu um livro que procura responder essa questão fazendo outra pergunta que vem dar título a seu livro recente: "Por que são felizes os sacerdotes?".

Ele afirma que "Todos os estudos, e não só aqueles realizados por pessoas da Igreja, mas estudos também feitos por pessoas de fora dela, refletem que o índice de felicidade entre os sacerdotes é muito alto, cerca de 90% maior que entre os leigos".

Para escrever seu livro, Dom Stephen Rossetti fez sua própria investigação. Além de ele ser sacerdote por mais de 30 anos, ele é também psicólogo e professor. Tendo, Inclusive, trabalhado no exército dos Estados Unidos.

Ele diz que sacerdócio e felicidade estão muito relacionados entre si. "O sacerdócio reúne os elementos essenciais da felicidade. Primeiro, os que têm fé tendem a ser mais felizes. Ao contrário da ideia ateia, a fé ajuda, traz um sentido e um propósito e permite que Deus entre em sua vida".

Stephen Rossetti fala também dos benefícios que trás a vida social e o ser parte de uma comunidade onde vive-se livremente a fé. "Eles podem estabelecer relacionamentos? Ter amigos? Podem construir uma comunidade de Fé? Os sacerdotes de hoje em dia necessitam ser como João Paulo II recomendava: ´homens de comunhão´".

Para o sacerdote e psicólogo, uma vida feliz não é necessariamente uma vida sem dificuldades. Como em cada vocação, existem dias melhores e piores. Stephen Rossetti esclarece ainda que a imagem do sacerdote oferecida pela maioria dos meios de comunicação não corresponde à realidade.

"Desgraçadamente, diz Dom Rossetti, a ideia mais propagada do sacerdócio é de que ele seja algo negativo, infeliz, ilhado, disfuncional. E isso, realmente, não é verdade".
Fonte: SIR

Papa diz que brasileiros “roubaram” seu coração

Francisco recebeu no Vaticano os membros do Comitê Organizador da JMJ Rio 2013

O Papa Francisco recebeu, em audiência, na manhã desta segunda-feira, 07, os membros do Comitê Organizador da Jornada Mundial da Juventude do Rio de Janeiro.
Em seu discurso, o Pontífice repetiu o que havia dito ao Arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta, por ocasião do Conclave, que os brasileiros “roubaram” seu coração.
Papa Francisco se emociona durante
JMJ Rio 2013 / Foto: Canção Nova
“Quando cheguei ao Brasil, no meu primeiro discurso oficial, disse que queria ingressar pelo portal do imenso coração dos brasileiros, pedindo licença para bater delicadamente à sua porta e passar a semana com o povo brasileiro. Porém, ao término daquela semana, voltando para Roma, cheio de saudades, dei-me conta de que os cariocas são uns ‘ladrões’! Sim, ‘ladrões’, pois roubaram o meu coração! Aproveito a presença de vocês, hoje, para agradecer-lhes por este ‘roubo’: Muito obrigado por terem me contagiado com o entusiasmo de vocês lá no Rio de Janeiro e por me ajudarem, hoje, a ‘matar’ as saudades do Brasil”.
A seguir, Francisco falou dos preparativos para a JMJ, que exigiram horas de trabalho, sacrifícios, até mesmo desentendimentos passageiros.
“‘É a dinâmica da multiplicação dos pães’, comparou o Papa. Quando Jesus pediu aos apóstolos que dessem de comer à multidão, estes sabiam que isso era impossível. Porém, foram generosos. Deram ao Senhor tudo aquilo que tinham. E Jesus multiplicou os seus esforços. Não foi assim que aconteceu com a Jornada Mundial da Juventude?”
O Pontífice pediu que o “milagre” vivido na JMJ se repita todos os dias, em cada paróquia, em cada comunidade, no apostolado pessoal de cada um. “É preciso repensar naquelas três ideias que, em certo sentido, resumem toda a mensagem da Jornada Mundial da Juventude: ide, sem medo, para servir. Devemos ser uma ‘Igreja em saída’, como discípulos missionários que não tem medo das dificuldades”.
O Papa concluiu seu discurso citando São José de Anchieta, de modo especial um trecho da carta que escreveu ao Padre Diogo Laynez: “Nada é difícil para aqueles que acalentam no coração e têm como fim único a glória de Deus e a salvação das almas, pelas quais não hesitam em dar a sua vida”.
Francisco pediu que, pela intercessão de Anchieta, os brasileiros mantenham viva, no coração, a chama de amor por Cristo e por Sua Igreja.
O principal evento na agenda do Cardeal Orani, em Roma, é a tomada de posse da Igreja de Santa Maria Mãe da Providência, no bairro de Monte Verde, no sábado, dia 12 de abril, às 18h30, por seu título cardinalício.
Até lá, O cardeal participa de inúmeros eventos, como o Encontro Internacional de responsáveis pela Pastoral da Juventude e reuniões com o Pontifício Conselho para os Leigos.

No dia 13, Domingo de Ramos, a comitiva da Arquidiocese do Rio participa da entrega dos Símbolos da JMJ para a Cracóvia, a sede da JMJ em 2016. A cerimônia será realizada às 10 horas, com transmissão ao vivo da Rádio Vaticano.
Fonte: Rádio Vaticano

A Cruz não é um enfeite, afirma Papa

Na Missa desta manhã, o Santo Padre afirmou que não se pode entender o cristianismo sem entender esta humilhação profunda do Filho de Deus

Foto: Rádio Vaticano
“Não existe cristianismo sem Cruz”. É o que afirmou o Papa na Missa da manhã desta terça-feira, 8, na Casa Santa Marta. O Pontífice ressaltou que “não há possibilidade de sairmos sozinhos de nossos pecados” e reiterou que “a Cruz não é um enfeite para ser colocado no altar, mas o mistério do amor de Deus”.

Em caminho no deserto, o povo murmurava contra Deus e contra Moisés, mas quando o Senhor mandou as serpentes, o povo admitiu seu pecado e pediu um sinal da salvação. O Papa Francisco se inspirou na primeira leitura, extraída do Livro dos Números, e refletiu sobre a morte no pecado. Ele observou que Jesus alertou os fariseus dizendo-lhes: “Morrerão em seu pecado”:

“Não há possibilidade de sairmos sozinhos de nosso pecado. Estes doutores da lei, as pessoas que ensinavam a lei, não tinham uma idéia clara sobre isto. Acreditavam, sim, no perdão de Deus, mas se sentiam fortes, sapientes; e fizeram da religião e da adoração a Deus uma cultura com valores, reflexões e mandamentos… pensavam que o Senhor pudesse perdoar”.

No deserto, o Senhor ordenou que Moisés fizesse uma serpente abrasadora e a colocasse numa haste. Quem fosse mordido e a contemplasse viveria. “O que é a serpente?”, perguntou o Papa. “É o sinal do pecado, como vimos no Genesis, quando a serpente seduziu Eva e lhe propôs o pecado”, respondeu Francisco.

“Deus mandou hastear o pecado como uma bandeira da vitória. Isto é difícil de entender se não compreendermos o que Jesus nos diz no Evangelho”. Ele disse aos Judeus: “Quando levantarem o Filho do homem, saberão quem eu sou”. “No deserto, disse Francisco, foi hasteado o pecado, mas um pecado que procurava salvação, porque ali seria curado. Quem foi levantado, sublinhou o Pontífice, foi o Filho do homem, o verdadeiro Salvador, Jesus Cristo”:

“O cristianismo não é uma doutrina filosófica, não é um programa de sobrevivência, não serve para nos educar, ou para fazer as pazes. Estas são consequências. O cristianismo é uma pessoa, uma pessoa levantada na Cruz, alguém que renunciou a si para nos salvar; que se fez pecado. Assim como no deserto foi elevado o pecado, aqui foi elevado Deus, que se fez homem e se fez pecado por nós. E todos os nossos pecados estavam lá. Não se pode entender o cristianismo sem entender esta humilhação profunda do Filho de Deus, que se humilhou e se fez servo até a morte e morte de Cruz, para servir”.

É por isso que o Apóstolo Paulo, quando fala sobre o que lhe envaidece, diz “os pecados”. “Nós não temos outra coisa de que nos orgulhar: esta é a nossa miséria”.

O coração da salvação de Deus “é seu Filho, que assumiu todos os nossos pecados, as nossas soberbias, as nossas seguranças, nossas vaidades, nosso anseio de ser como Deus”. “Nossas chagas, que deixam o pecado em nós, se curam somente com as chagas de Deus feito homem, humilhado e aniquilado”. “É este o mistério da Cruz”, afirmou Francisco.

“Não é uma decoração que devemos colocar nas Igrejas e nos altares. Não é um símbolo que nos distingue dos outros. A Cruz é o mistério, o mistério do amor de Deus, que humilha a si mesmo, que se anula, se faz pecado. O perdão que Deus nos dá não é cancelar uma dívida: são as feridas de seu Filho na Cruz, elevado na Cruz. Que Ele nos atraia e nós nos deixemos curar”, concluiu o Papa.

Fonte: Rádio Vaticano

CNBB abre concurso para hino da Campanha da Fraternidade 2015

Estão abertas as inscrições do concurso para escolha do Hino da Campanha da Fraternidade 2015. O prazo para envio das composições (áudio e partitura) será até 11 de junho de 2014. Por decisão do Conselho Episcopal de Pastoral (Consep) da CNBB, o concurso será realizado em um único edital, que irá selecionar letra e  música, simultaneamente, podendo haver parceria de letristas e músicos.
 A Campanha da Fraternidade de 2015 terá como tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade” e lema “Eu vim para servir” (cf. Mc 10,45). O objetivo é inserir a campanha nas comemorações do jubileu do Concílio Vaticano II, com base nas reflexões propostas pela Constituição Dogmática Lumen Gentium e na Constituição Pastoral Gaudium et Spes, que tratam da missão na Igreja no mundo.
O assessor de música litúrgica da CNBB, padre José Carlos Sala, destaca a importância do concurso e da colaboração dos profissionais da música.
“A participação de poetas e músicos para a composição de um hino visa traduzir em linguagem poética os conteúdos do tema, lema e objetivos da Campanha da Fraternidade, com uma melodia bela e expressiva que possibilite a participação de todos no canto”, explica.
Fonte: CNBB

“Bota Fé” será lançado dia 13 de abril

filme colaborativo feito pelos fieis com imagens da JMJ foi traduzido para diversas línguas


A Jornada Mundial da Juventude Rio2013 vista pelos peregrinos. Um filme colaborativo. “Bota Fé” será lançado no próximo dia 13 de abril, Domingo de Ramos, Dia Mundial da Juventude.

Algumas semanas antes da JMJ Rio2013, a rede católica de informação Aleteia e o setor de Comunicação da Jornada solicitaram aos jovens presentes no Rio que filmassem com o celular, tablet ou câmeras digitais os momentos marcantes da JMJ e enviassem o material sobre o encontro deles com o Papa Francisco.

Assim nasceu um filme, sem fins lucrativos, intitulado “Bota fé”, que coleta os vídeos enviados pelos jovens. É mais um produto oficial da JMJ Rio2013. São 51 minutos de registros dos peregrinos, além de uma produção da Aleteia e do COL com entrevistas emocionantes. Uma delas é com o menino Nathan Brito, que fez o Papa chorar ao abraça-lo no Papamóvel e dizer que quer ser padre. Ele relata como foi o encontro neste filme.

O filme foi traduzido para o árabe, espanhol, português, italino, francês e inglês. Todos com legendas.

A Aleteia distribuirá gratuitamente para visualização privada. É preciso apenas enviar um email para o endereço: botafe@aleteia.org

Fonte: Arquidiocese Rio de Janeiro