quarta-feira, 23 de abril de 2014

Participe do 1º Chuva de Graça em Serrinha!



Vem ai o evento que vai inundar Serrinha de bênçãos.
1º Chuva de Graças em Serrinha
Sábado Dia 10 de Maio de 2014
As 21h no Espaço Fest na Vaquejada
Com as bandas:
Banda GD (musica escolhida do CD)
Banda Agnus (Musica da banda Agnus)
E Cristoteca. 
Venha fazer parte desse momento e receba as bênçãos do senhor em sua vida!


Coalização lança cartilha sobre Reforma Política e Eleições Limpas

Membros da Coalização Democrática pela Reforma Política e Eleições Limpas lançaram ontem, 22, a cartilha sobre o Projeto de Lei de Iniciativa Popular de Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, intitulada “Por um sistema político identificado com as reivindicações do povo”. O lançamento ocorreu durante entrevista coletiva à imprensa, na Câmara dos Deputados, da qual participaram o bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, os membros do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Aldo Arantes, Cláudio Pereira e Marcello Lavenère, e da diretora do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, Jovita Rosa. Na ocasião, houve também o lançamento da Coalização Parlamentar pela Reforma Política.
A cartilha explica o que é a Coalização pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, constituída por 95 entidades, entre elas a CNBB, bem como os principais pontos da proposta: proibição de doações de recursos financeiros de empresas para financiar campanhas eleitorais; a mudança no sistema de votação, sendo feito em dois turnos, no qual, no primeiro, o eleitor votaria em um programa, em ideias e, no segundo turno, escolheria as pessoas que irão colocar em prática o projeto; a equiparação entre o número de homens e mulheres no meio político, sendo que, para cada candidato homem, teria uma mulher; e a regulamentação do artigo 14 da Constituição de 1988, que trata dos instrumentos de participação popular.
Financiamento de campanhas
Durante a coletiva, dom Leonardo falou sobre a prévia da votação da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIn) número 4650, impetrada no Supremo Tribunal Federal (STF) pela OAB. Até o momento, há seis votos a favor da inconstitucionalidade de artigos da Lei Eleitoral (9.504/1997), que tratam de doações a campanhas eleitorais por pessoas físicas e jurídicas, e de trechos da Lei dos Partidos Políticos (9.096/1995), que disciplinam a forma e os limites para efetivação de doações a partidos políticos no Brasil. “A coalizão tem trabalhado para que, realmente, o poder econômico tenha cada vez menos influência nas nossas eleições”, disse dom Leonardo.
Na Câmara dos Deputados, um projeto de emenda constitucional prevê tornar a prática de doações de empresas privadas uma norma da Constituição Federal. Para dom Leonardo, o resultado prévio da votação no STF já demonstra que não será possível. “O desejo aqui na Câmara, por um determinado grupo de trabalho, é que se constitucionalize essa participação econômica. O Supremo está sinalizando que isso não seja constitucional”, resumiu.
O secretário geral do Conselho Federal da OAB, Cláudio Pereira, ressaltou o sentido de igualdade de condições na disputa eleitoral que a inconstitucionalidade da Lei representa. “O que o Supremo faz ao impedir que as empresas interfiram no processo político eleitoral é aprimorar o processo político eleitoral, é permitir que a vontade popular prevaleça em igualdade de condições, contribuindo com isso para legitimação ainda maior dos nossos representantes eleitos pelo voto do povo”, disse.
O membro do Conselho Federal da OAB e Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP), Marcello Laverère Machado, considerou a coletiva como um convite à imprensa, “responsáveis pela formação da opinião plural”, para comunicar que, no final deste ano, acontecerão as últimas eleições com financiamento de empresas. “Certamente, em 2016 nós não teremos mais a participação do dinheiro das empreiteiras, das pessoas jurídicas, do capital financeiro, dos bancos, tornando desigual a luta política, entre outras conquistas que esperamos até as próximas eleições, como a paridade de gênero, o fortalecimento dos instrumentos da democracia direta”, comemorou Lavenère.
Coalização Parlamentar
Logo após a coletiva, houve o lançamento da Coalização Parlamentar pela Reforma Política e Eleições Limpas,  que conta com o apoio, segundo dados da OAB, de 170 parlamentares. 

No Regina Coeli “Peçamos que Maria nos introduza na alegria pascal”, disse o Papa

Nesta Segunda-feira, no contexto da Oitava de Páscoa, o Papa Francisco presidiu a oração do Regina Coeli, e sublinhou que os cristãos podemos seguir desejando-nos Feliz Páscoa, como se o domingo de Ressurreição fosse um único dia. “É o grande dia que o Senhor fez.”
“Boa Páscoa! “Cristòs anèsti! – Alethòs anèsti!”, “Cristo ressuscitou! – Verdadeiramente ressuscitou!”. Está entre nós, aqui, na praça! (…) O sentimento dominante que transparece dos relatos evangélicos da Ressurreição é a alegria repleta de estupor, mas um estupor grande! A alegria que vem de dentro! E na Liturgia nós revivemos o estado de espírito dos discípulos pela notícia que as mulheres tinham levado: Jesus ressuscitou! Nós O vimos!”, disse o Santo Padre no início de seu discurso.
“Deixemos que esta experiência, impressa no Evangelho, se imprima também nos nossos corações e transpareça na nossa vida. Deixemos que o estupor jubiloso do Domingo de Páscoa se irradie nos pensamentos, nos olhares, nas atitudes, nos gestos e nas palavras… Mas isso não é uma maquiagem! Vem de dentro, de um coração imerso na fonte desta alegria, como o de Maria Madalena, que chorou pela perda do seu Senhor e não acreditava nos seus olhos vendo-o ressuscitado”, destacou.
O Papa convidou os milhares de peregrinos e fiéis congregados na Praça de São Pedro em Roma que nestes dias de oitava Pascal, olhem para Maria, testemunha fiel da Ressurreição do Senhor:
“Nesta semana, fará bem a nós pegar o Livro do Evangelho e ler aqueles capítulos que falam da Ressurreição de Jesus. Fará tanto bem a nós! Pegar o Livro, procurar os capítulos e lê-los. Também fará bem a nós, nesta semana, pensar na alegria de Maria, a Mãe de Jesus. Como a sua dor foi íntima, a ponto de transpassar a sua alma, assim a sua alegria foi íntima e profunda, e dessa os discípulos puderam partilhar.”
“Todas as prerrogativas da nossa Mãe derivam daqui, da sua participação na Páscoa de Jesus. Ela morreu com Ele; ela ressuscitou com Ele. De sexta-feira até a manhã de domingo, Ela não perdeu a esperança: a contemplamos como Mãe das dores, mas, ao mesmo tempo, Mãe repleta de esperança. Por isso, é a Mãe de todos os discípulos, a Mãe da Igreja”, detalhou o Papa.
“A Ela, silenciosa testemunha da morte e da ressurreição de Jesus, peçamos para nos introduzir na alegria pascal”, concluiu o Papa.
Por ACI/EWTN Noticias

Sobrinho e biógrafo Marco Roncalli: João XXIII é santo porque abandonou-se à vontade de Deus

“João XXIII, mediante o abandono cotidiano à vontade de Deus, viveu uma purificação que lhe permitiu se destacar completamente de si mesmo para aderir a Cristo, deixando emergir a santidade que a Igreja depois reconheceu oficialmente.”
Estas palavras do Papa Francisco resumem o perfil espiritual de João XXIII que será canonizado no próximo domingo, 27 de abril, junto com João Paulo II.
Para falar sobre esse grande Papa, a Rádio Vaticano contatou o sobrinho e biógrafo do Papa João XXIII, Marco Roncalli.
Marco Roncalli: “Primeiramente, deve ser identificado este fio condutor que atravessa toda a parábola humana e espiritual de Roncalli, que é precisamente este desejo constante de santidade que encontramos documentado num diário, num texto ou numa nota. Encontramos também a consciência de que a santidade pressupõe esta docilidade ao Espírito, este deixar-se modelar por Deus. Depois, é claro, talvez existisse um sigilo naquele lema que ele escolheu quando foi consagrado bispo que é “Oboedientia et Pax”. É importante ressaltar como este passo é o ápice do significado desta canonização: existe esta adesão total ao Evangelho, o desejo de viver na santidade, de buscá-la como objetivo, um objetivo possível, sem considerá-la um objetivo distante. Abandonar-se à vontade de Deus significa que Deus te permite alcançar esses objetivos, que na visão de Roncalli, não são sobrenaturais, mas que estão ao alcance de todos a partir do momento em que uma pessoa se compromete e se deixa plasmar por Deus.”
O Papa Francisco quis canonizar juntos os Papas Roncalli e Wojtyla, com uma escolha muito precisa.
Marco Roncalli: “Já tinha acontecido com o próprio João Paulo II quando no ano dois mil beatificou Pio IX e João XXIII. Hoje, se repete com o Papa Francisco que canoniza Roncalli e Wojtyla. Esta imagem alguns comentaristas históricos, acredito que com um pouco de bom senso, falam também de uma espécie de equilíbrio, mas equilíbrio em que sentido? Que este conceito de santidade pode ser obtido também através de sensibilidades muito diferentes, porque acredito que seja inútil negá-lo. São dois papas com dois estilos, duas sensibilidades e talvez duas maneiras de viver a santidade. Em João Paulo II me parece acentuada a dimensão mística, cultivada em sua relação forte com Deus. Em Roncalli é talvez mais evidente esta sobreposição de santidade tanto particular quanto pública. De qualquer forma, nos dois casos é evidente a mesma fidelidade ao Evangelho.”
Nos primeiros dias de pontificado de João XXIII foram vários os sinais novos que surpreenderam os observadores. Não é verdade?
Marco Roncalli: “Eu diria que existem sinais muito fortes: desde a normalização, por exemplo, da Cúria ao aumento do número de purpurados com o novo Consistório que não se realizava há anos, dando um sinal forte da figura de Giovanni Battista Montini (Paulo VI). Depois penso nas imagens que permaneceram muito fortes, impressas nas mentes daqueles que viveram naquela época e das pessoas que revêem essas imagens também hoje como, por exemplo, a visita ao ‘Hospital Pediátrico Menino Jesus’. Penso também na visita aos encarcerados do Regina Coeli e na tomada de posse em São João de Latrão. A propósito de Latrão, ele lá voltou em novembro de 1958 para visitar o que tinha sido o seu seminário. É bom lembrar o que ele disse espontaneamente aos jovens clérigos: Ele não somente recorda os anos de sua formação, mas disse aos estudantes que se sentia confuso quando alguém se dirigia a ele dizendo ‘Sua Santidade’. Depois acrescentou: ‘Jovens, filhinhos, peçam ao Senhor para que me conceda esta graça da santidade, pois uma coisa é dizer ou crer e outra é ser santo.”
Quando João XXIII, em 25 de janeiro de 1959, anunciou na Basílica de São Paulo Fora dos Muros o desejo de convocar o Concílio estamos numa época histórica em que alguns teólogos acreditam que a época dos Concílios deve ser considerada definitivamente encerrada.
Marco Roncalli: “Sim. De fato, juntamente com esta definição também a da infalibilidade pontifícia. Que necessita tinha fazer vir a Roma mais de 2.800 cardeais de todas as partes do mundo? Na verdade, ali se encontra a força e a coragem de João XXIII que com uma decisão extraordinariamente pessoal, e depois de obter o consenso do Cardeal Tardini e outras pessoas, anuncia, surpreende e silencia vários cardeais que recebem este anúncio em 25 de janeiro de 1959. Dali em diante, o longo caminho de preparação, onde estava claro que João XXIII convidava realmente a Igreja a refletir sobre si mesma e sobre sua responsabilidade para com os homens, a ter um comportamento novo. Basta recordar algumas frases do famoso discurso Gaudet Mater Ecclesia, quando se abre o Concílio: Reiterar que a Igreja prefere usar o medicamento da misericórdia, outra pérola que volta de maneira muito forte nesses dias.”
Por Rádio Vaticano

Papa suplica por paz em Missa de Páscoa

No último domingo, o Papa Francisco celebrou na Praça S. Pedro a segunda Missa de Páscoa como Pontífice


Fonte: AFP
Uma súplica de paz por todos os povos da terra: assim se concluiu a Missa celebrada na manhã do ultimo domingo (20) pelo Papa Francisco, na Praça S. Pedro, na Páscoa da Ressureição.

Cerca de 100 mil fiéis lotaram a Praça, que – como é tradição – estava toda enfeitada por milhares de flores holandesas.

A cerimônia teve início com o rito do “Resurrexit”, ou seja, o anúncio da Ressurreição do Senhor. Coincidindo este ano a celebração da Páscoa nas comunidades de rito latino e as que seguem o calendário juliano, a celebração papal incluiu também um antiquíssimo Cântico do patrimônio da liturgia pascal bizantina, que recorda as mulheres que vão ao Sepulcro para ungir o corpo de Jesus e recebem a boa nova de que o Senhor ressuscitou.

A Missa de Páscoa não foi concelebrada e não foi feita homilia, pois o Papa concedeu a bênção Urbi et Orbi (à cidade de Roma e ao mundo) ao final da celebração. Após a oração do Regina Coeli e de entoado o Aleluia, o Santo Padre percorreu a Praça São Pedro em seu papamóvel, para a alegria da multidão.

A seguir, Francisco foi até o balcão central da Basílica Vaticana para a mensagem de Páscoa.

Ao lado dos Cardeais Jean-Louis Tauran e Beniamino Stella, o Pontífice recordou que a ressurreição de Cristo é o ápice do Evangelho. “Se Cristo não tivesse ressuscitado, o Cristianismo perderia o seu valor”, disse, ressaltando que em cada situação humana, marcada pela fragilidade, pelo pecado e pela morte, a Boa Nova não é apenas uma palavra, mas é um testemunho de amor gratuito e fiel: “é sair de si mesmo para ir ao encontro do outro, é permanecer junto de quem a vida feriu, é partilhar com quem não tem o necessário, é ficar ao lado de quem está doente, é idoso ou excluído”.

Vinde e vede, repetiu Francisco, o Amor é mais forte, o Amor dá vida, o Amor faz florescer a esperança no deserto. Dirigindo-se ao Senhor ressuscitado, em forma de oração, o Papa pediu que nos ajude a vencer a chaga da fome, “agravada pelos conflitos e por um desperdício imenso de que muitas vezes somos cúmplices”. Que nos torne capazes de proteger os indefesos, “sobretudo as crianças, as mulheres e os idosos, por vezes objeto de exploração e de abandono”.

De modo especial, que possamos cuidar dos irmãos atingidos pela epidemia de ébola na Guiné-Conacri, Serra Leoa e Libéria, e “daqueles que são afetados por tantas outras doenças que se difundem também pela negligência e a pobreza extrema”.

Francisco pediu pelas numerosas pessoas, sacerdotes e leigos, que foram sequestradas em diferentes partes do mundo, e pelos migrantes, “que deixaram as suas terras para lugares onde possam esperar um futuro melhor, viver a própria vida com dignidade e, não raro, professar livremente a sua fé”.

Pediu o fim de toda guerra, de toda hostilidade grande ou pequena, antiga ou recente. Em particular, pela Síria, “para que quantos sofrem as consequências do conflito possam receber a ajuda humanitária necessária e as partes em causa cessem de usar a força para semear morte, mas tenham a audácia de negociar a paz, há tanto tempo esperada”.

O Papa pediu conforto às vítimas das violências fratricidas no Iraque e amparo às esperanças suscitadas pela retomada das negociações entre israelenses e palestinos.

Paz também para a Ucrânia, para a República Centro-Africana, para a Nigéria e o Sudão do Sul. Pediu também pela reconciliação e concórdia na Venezuela.

“Pedimo-Vos, Senhor, por todos os povos da terra: Vós que vencestes a morte, dai-nos a vossa vida, dai-nos a vossa paz!”

Por fim, Papa Francisco concedeu a Indulgência Plenária aos presentes e a quantos acompanhavam pelos meios de comunicação, agradecendo a todos pela presença, pela oração e pelo testemunho.

Fonte: Rádio Vaticano

Papa destaca alegria vinda da Ressurreição de Jesus

Diante da certeza da Ressurreição de Cristo, Santo Padre enfatizou necessidade de os fiéis se abrirem à esperança que remove as pedras dos “sepulcros” atuais


Por Redação da Canção Nova Notícias / Fonte: Rádio Vaticano

Na catequese desta quarta-feira, 23, Papa Francisco dedicou-se a falar da alegria vinda da Ressurreição de Jesus. Trata-se de uma alegria verdadeira e profunda, baseada na certeza de que Cristo não morre jamais, mas está sempre vivo e ativo na Igreja e no mundo.
O Santo Padre concentrou-se, em especial, na frase que os anjos disseram às mulheres no sepulcro de Jesus: “Por que procurais Aquele que vive entre os mortos?”. Estas palavras, segundo ele, dirigem-se também aos homens de hoje, que, de várias formas, podem se fechar em seus egoísmos, seduzidos pelas coisas deste mundo, pelo dinheiro e pelo sucesso, deixando de lado Deus e o próximo.
Por outro lado, o Papa lembrou que nem sempre é fácil aceitar a presença de Cristo Ressuscitado em meio ao homem. É possível ser como Tomé, querendo tocar nas chagas para acreditar, ou como Maria Madalena, que vê Jesus, mas não O reconhece; ou ainda, como os discípulos de Emaús, que, sentindo-se derrotados, não percebem o próprio Jesus que os acompanha.
Depois de um fracasso, para quem se sente só, abandonado e perdeu a esperança, Francisco destacou que a pergunta dos anjos faz superar a tentação de olhar para trás e impulsiona rumo ao futuro.
“Jesus não está no Sepulcro, Ele ressuscitou! Não podemos procurar entre os mortos aquele que está vivo!”, disse Francisco, pedindo que a multidão repetisse a frase dos anjos. “Não nos dirijamos aos muitos sepulcros que hoje prometem algo, e depois não nos dão nada. Ele está vivo. Por isso, é preciso maravilhar-se novamente com Cristo ressuscitado, para poder sair dos nossos espaços de tristeza e abrir-nos à esperança que remove as pedras dos sepulcros e nos dá coragem para anunciar, pelo mundo afora, o Evangelho da vida”.
Depois da catequese, o Papa saudou os diversos grupos presentes na Praça, entre os quais os brasileiros. “Dou as boas-vindas a todos os peregrinos de língua portuguesa, nominalmente aos fiéis de Lisboa e aos diversos grupos do Brasil. Queridos amigos, a fé na Ressurreição nos leva a olhar para o futuro, fortalecidos pela esperança na vitória de Cristo sobre o pecado e a morte. Feliz Páscoa para todos!”